CACHOEIRA - BAHIA - MELHOR SÃO JOÃO DO RECÔNCAVO


26/03/2013


Central

Centro de Inclusão Digital

Rua Rui Barbosa, n° 20, Centro, Cachoeira, Bahia, CEP: 44.300-000

CNPJ: 19.226.127/0001-51 – Tel. (75) 3425-3222

E-mail: centralwww1@yahoo.com.br

 


Com o objetivo de oferecer serviços de boa qualidade e preços competitivos, O Centro de Inclusão Digital Central é dotado de ambiente aconchegante e agradável. Planejado para atender e fazer o melhor, conciliando preço, qualidade e bom atendimento. Sabendo que é o caminho mais curto para alcançar o sucesso.


 

Oferecemos uma gama variada de serviços,

 

segue descrição abaixo.


 

  • Acesso a internet
  • Antecedentes Criminais
  • Cardápios
  • Cartões de Visita
  • Compra de Passagem Aérea
  • Consulta Documento Veículos
  • Consulta SPC / SERASA
  • Consultas de Processo
  • Convites
  • Copiadora
  • Criação de Slide
  • Currículos
  • Digitação
  • Emissão de IPVA, DAÍ e DARF
  • Envio de E-mail
  • Escaneamento
  • Fax
  • Folder
  • Gravação Vídeos
  • Gravações e Vendas de CD's, DV's
  • Impressão
  • Manutenção de Computadores
  • Panfletos
  • Pesquisas  Escolares
  • Plastificação
  • Recibo de Compras e Vendas
  • Segunda vias de Contas
  • Venda de Doces e Sorvetes
  • Xerox PeB e Colorida

 

 



Em breve: Encadernação, Criação de Blogs e Sites, Recargas cartucho, foto 3X4, Impressão Fotográfica,  Entre outros.

O Centro de Inclusão Digital Central nasceu do sonho de um casal em criar um lugar, onde as pessoas possam resolver seus problemas com auxilios de profissionais treinados e qualificados. 

  

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

 

Segunda à Sexta, das 07:30hs às 18:00hs.

Aos Sábados, das 07:30hs às 14:00hs

 

Escrito por centralwww às 23h17
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13/04/2012


Programação do São João em Cachoeira 2014

O melhor São João do Recôncavo baiano

 

Quem vai a Cachoeira no São João depara-se com um verdadeiro cenário de tradição. São quadrilhas juninas, muita fogueira, licor de diversos e inusitados sabores.

Uma atração à parte é a tradicional feira que acontece durante o São João de Cachoeira e reúne tudo o que há de mais cultural na cidade. A famosa maniçoba, prato preparado à base de folhas de mandioca e carnes, é uma das iguarias comercializadas no Restaurante Central, além dos famosos licores caseiros, que esquentam o frio das noites juninas. A tradição da fogueira nas portas da maioria das casas de moradores da cidade é um convite para receber visitantes e saborear um bom licor, amendoim e bolos.

 

Garanta logo o aluguel de sua casa para o período do São João com quem intende. 

 

A Central te ajuda a encontrar uma casa boa com boa localização, preços competitivos, para que você e sua familia curta com tranquilidade o São João em Cachoeira.

 

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Tel.: (75) 3425-3222 / 8117-9137 - e-mail: centralwww1@yahoo.com.br

 

  

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Escrito por centralwww às 20h05
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11/04/2012


25 de junho

 

25 de junho Cachoeira BA

A Vila de Cachoeira desenvolvia-se economicamente, e crescia sua importância, no cenário político da Bahia e do Brasil, no século XIX.

A Bahia tinha grande importância comercial e era a região mais rica do Brasil, despertando o interesse dos administradores portugueses em manter a colonização, enviando para sua capital o general Madeira de Melo com poderes plenos para administrar a província, montando um aparato militar que causava um clima de desconfiança e intranqüilidade na população baiana.

Em Cachoeira e nas vilas vizinhas, começavam as mobilizações, de tropas formadas por várias camadas da sociedade, tendo os senhores de engenho como principais articuladores de uma revolta contra a política autoritária de Madeira de Melo, destaca o historiador e professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Paulo de Jesus. A Vila foi o foco de onde partiram as lutas armadas contra os portugueses pela independência do Brasil.

Cachoeira foi a pioneira no movimento emancipador do Brasil. Daqui partiu a “força dos cachoeiranos” contra a opressão portuguesa e surgiram, mais tarde, os batalhões patrióticos, liderados por figuras como a do Barão de Belém, Rodrigo Antônio Falcão Brandão, Maria Quitéria de Jesus, “a mulher-soldado”, entre outros que se imortalizaram na história nacional.

Formados por patriotas que haviam se organizado em Belém e Santiago do Iguape, batalhões chegaram à Vila de Cachoeira e foram recebidos de braços abertos pela população. Decididos, os patriotas não temeram sequer a reação da tropa portuguesa, que numa escuna canhoneira, disparou contra a multidão subleva, atingindo fatalmente o tambor-mor Manoel da Silva Soledade. Unidos, eles não recuaram respondendo com ataques precisos aos dominadores e, após três dias de luta aprisionaram o comandante da canhoneira.

A 25 de junho de 1822, Cachoeira antecipava o “grito do Ipiranga”, e proclamava o Príncipe D. Pedro I como Regente. Estava lançada a semente que se consolidou em 2 de julho de 1823, com a independência da Bahia. Fortalecidos pela vitória, os batalhões de patriotas juntaram-se a outros que foram criados com apoio de câmaras e demais Vilas da Província, partindo para capital, Salvador, reforçando as tropas que já lutavam contra os portugueses e os derrotariam definitivamente em 2 de julho de 1823.

O 25 de junho representa para Cachoeira o mesmo que o 7 de setembro representa para o Brasil e o 2 de julho para Bahia. Tem o significado da liberdade, da luta popular, do sentimento de patriotismo, de audácia e coragem.

Em virtude dos seus feitos, foi também a sede do governo provisório do Brasil durante a guerra da Independência em 1822 e, novamente, em 1837, quando ocorreu o levante da Sabinada. Cachoeira também foi reconhecida como a 2ª capital da Bahia, por lei (Lei Estadual n.º 10.695/07). Sendo a sede do governo estadual transferida para a cidade da Cachgoeira, todos os anos, no dia 25 de junho, num reconhecimento histórico, pelos feitos da cidade ao Brasil.

 

Referências

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cachoeira_(Bahia). Acessado em 10 de março de 2010.

Jornal A Tarde, Livro Revelações de Cachoeira e São Félix.

http://camaradecachoeira.blogspot.com. Acessado em 12 de março de 2010.


 

Escrito por centralwww às 16h56
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13 de março

13 de Março Cachoeira BA

Com o inicio da Revolução Liberal do Porto, em Portugal, em 1820, o Brasil ficou na iminência de ser recolonizado. A Revolução criou em Portugal uma Monarquia Constitucional – o parlamento, que se converteu a órgão supremo da administração da metrópole e suas colônias.

Foram as cortes que promoveram as ações da Revolução do Porto: o retorno de D. João VI e a recolonização do Brasil. Dessas transformações algumas atingiram a estrutura do Estado Colonial. No Brasil, criaram nas províncias as Juntas Provisórias, em substituição aos antigos governadores coloniais. A partir de 1821, os portugueses trataram de potencializar as províncias mais estratégicas do Brasil a fim de cumprir os objetivos da sua malfada revolução. Para isto, as cortes de Lisboa, por meio de uma carta régia, em 15 de fevereiro de 1822, substituíram o comando das Armas da Bahia. No lugar de Manoel Pedro Freitas Guimarães, eles colocaram o brigadeiro português Luis Inácio Madeira Melo. Apesar do descontentamento dos baianos, os portugueses não mediram esforços para novamente deixar o Brasil na condição de colônia. Passaram a perseguir os brasileiros, a espancar e até confiscar seus bens. Depois de tantas humilhações os oficiais brasileiros fugiram das tropas lusas para vilas do Recôncavo, especialmente a Vila N. S. do Rosário do Porto da Cachoeira.

A então Vila da Cachoeira na época da independência se converteu no centro vivo das atividades libertadoras dos baianos, e no ponto estratégico, por isso escolhida para sede do Governo legal, de onde partiu todo movimento militar, inicialmente organizado pelo coronel Garcia Pacheco e o tenente coronel Rodrigo Antonio Falcão Brandão, depois Barão de Belém. Mais tarde este movimento viria se organizar num comando único, sob batuta do general Labatut.

Junto aos proprietários de engenhos e escravos, os oficiais baianos tratavam de inventariar as armas e munições, além de organizar tropas patrióticas a fim de barrar as perigosas intenções portuguesas. Foi assim que as tropas cachoeiranas, que estavam em Belém e no Iguape, se reuniram ao amanhecer do dia 25 de junho de 1822, na Praça da Regeneração (atual Aclamação). Nessa ocasião, Antonio Pereira Rebouças convidou o povo para assistir à sessão da Câmara que aclamaria D. Pedro. As tropas ocuparam a praça, a Rua da Matriz e adjacências. Porém, às 9 horas houve o Te Deum na Matriz, quando os cachoeiranos aclamaram D. Pedro como Regente do Brasil, e passaram a comemorar dando tiros de festim para o alto.

Madeira de Melo havia mandado uma canhoneira subir o rio Paraguaçu para observar a movimentação da Vila. Este navio, que estava ancorado em frente da Praça da Regeneração, ouvindo os tiros de festim das comemorações do Te Deum, imaginou que estivesse sendo atacado e respondeu com tiros de canhão, forçando a dispersão dos cachoeiranos. Organizados ao longo do leito do rio, os cachoeiranos reagiram em forma de guerrilha ao ataque luso. Três dias depois o comandante do navio português mandou subir uma bandeira branca no mastro. Os que ainda estavam vivos se renderam. Foi com esta vitoria que a Vila de Cachoeira promoveu a união das vilas do Recôncavo (Santo Amaro, Maragogipe, Nazaré das Farinhas, Jaguaripe) e o bloqueio da Baía de Todos os Santos, estratégia fundamental para definição da guerra.

A entrada do Exército Libertador em Salvador foi episodio simbólico, pois os portugueses já estavam derrotados bem antes disso.

Por ter desenvolvido economicamente, iniciado e participado ativamente das guerras da independência do Brasil, na Bahia, Cachoeira foi premiada com a elevação a condição de cidade, e concedido o titulo honorifico “Cidade Heróica”, mediante a Lei Providencial nº 43 de 13 de março de 1837, sancionada pelo Presidente da Província Francisco de Souza Paraíso.

 

Referências

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cachoeira_(Bahia). Acessado em 10 de março de 2010.

Jornal A Tarde, Livro Revelações de Cachoeira e São Félix.

Escrito por centralwww às 16h52
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História de Cachoeira BA

História de Cachoeira Bahia

O município de Cachoeira está localizado no estado da Bahia na região do reconcavo baiano. Situado as margens do Rio Paraguaçu, está cerca de 120 km de Salvador. De acordo com o IBGE, a eestimativa da População para o ano de 2009 foi de 33.782 habitantes. Sua área territorial é de 398 km². A cidade preserva até hoje sua identidade cultural e histórica, tornando assim com o passar do tempo um dos principais centros histórico, cultural e turistico do estado da Bahia. Cachoeira, depois de Salvador, é a cidade baiana que reúne o mais importante acervo arquitetônico no estilo barroco. Seu casario, suas igrejas, seus prédios históricos preservam a imagem do Brasil Império.

O apogeu econômico nos séculos 18 e 19, quando seu porto era utilizado para escoamento de grande parte da produção agrícola do Recôncavo Baiano, principalmente da produção de açúcar e fumo para a Europa. Também destaca-se por ser um importante centro da cultura afro-brasileira.

A significativa presença de africanos e afro-descendentes em interação com europeus de variadas nacionalidades em Cachoeira durante o período escravista, é um dos fatores que originou a riqueza e diversidade da cultura popular em Cachoeira.

Cachoeira, ao lado de São Francisco do Conde e Jaguaribe, é uma das três mais antigas cidades baianas. Em 1531, na expedição de Martins Afonso de Souza, estava o fidalgo português Paulo Dias Adorno, que ficou na Bahia com o objetivo de colonizar e iniciar o plantio de cana-de-açúcar. Adorno, juntamente com Rodrigues Martins, buscou exatamente as terras à margem esquerda do Paraguaçu, onde poderia sem dificuldades entrar e sair com suas embarcações. Esta era uma região privilegiada para o plantio.

Localizada às margens rio Paraguaçu, no Recôncavo Baiano, a cidade encontra-se em uma região privilegiada para o plantio. Desde o início, desenvolveram a cultura da cana-de-açúcar e do tabaco, produtos de exportação que impulsionaram o potencial econômico da cidade. O impulso ao progresso deu-se pelo privilegiado Porto da Cachoeira, que fazia a ligação entre o Recôncavo e o Sertão na união das riquezas: gado e ouro.

O comércio crescia rapidamente, tornando Cachoeira a cidade mais rica, populosa e uma das mais importantes do Brasil, posição que manteve até meados do século 19, com uma ativa participação na vida política do Império. Em 1885, foi construída a Ponte Dom Pedro II, em estrutura metálica e com piso de madeira, medindo 365 metros de comprimento e 09 metros de largura, cruzando assim o Rio Paraguaçu, ligando a cidade de Cachoeira à São Felix localizada à margem direita do rio.

Cachoeira abriga, naturalmente, um deslumbrante casario colonial. Todo esse conjunto de sobrados, praças, ruas, becos e ladeiras merece ser conhecido.

Outro ponto turístico de destaque é a Fundação Hansen Bahia. Ela reúne aproximadamente 13 mil peças, entre xilogravuras e matrizes, cópias assinadas e não assinadas do gravador alemão Karl Heinz Hansen, naturalizado brasileiro com o nome de Hansen Bahia.

O prédio da fundação é do século 17 e serviu de hospedagem para o imperador Dom Pedro II, em 1858, e para a princesa Isabel e o Conde d´Eu, em 1885, na inauguração da ponte Dom Pedro II (1822-1885), erguida em estrutura metálica importada da Inglaterra interligando assim as cidades de Cachoeira e São Félix. A ponte interliga Cachoeira e São Félix, cruzando o Rio Paraguaçu. É, por si só, outra atração imperdível da cidade.

Devido a sua intensa participação política, tornou-se conhecida como Cidade Heróica, pela coragem e audácia de seus filhos que muito lutaram pela Independência da Bahia e do Brasil. Em 13 de janeiro de 1971 recebeu o título de “Cidade Monumento Nacional” e “Cidade Heróica”, a partir do decreto 68.045, assinado naquele dia pelo presidente Emílio Garrastazu Médici.

A significativa presença de africanos e afro-descendentes em interação com europeus de variadas nacionalidades em Cachoeira durante o período escravista, é um dos fatores que originou a riqueza e diversidade da cultura popular em Cachoeira. Esta interação encontra-se presente no sincretismo religioso com forte presença da cultura afro-brasileira e das manifestações do catolicismo.

A vila de Cachoeira foi elevada à categoria de cidade por decreto imperial de 13 de março de 1873 (Lei Provincial n° 43).

Cachoeira é considerada Monumento Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (IPHAN).

Cachoeira também é a 2ª capital da Bahia, por lei (Lei Estadual n.º 10.695/07). Todos os anos, no dia 25 de junho, o governo estadual é transferido para a cidade, num reconhecimento histórico, pelos feitos da cidade ao Brasil.

Clima

Possui clima predominantemente tropical, com estações bem definidas. Está situada numa região geograficamente composta por vales e montanhas, a cidade fica ao nível do mar, sendo banhada pelo Rio Paraguaçu.

 

Referências

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cachoeira_(Bahia). Acessado em 10 de março de 2010.

http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1. Acessado em 10 de março de 2010.

Escrito por centralwww às 16h48
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Histórico