CACHOEIRA - BAHIA - MELHOR SÃO JOÃO DO RECÔNCAVO


13/05/2015


Confira a programação do São João de Cachoeira 2015

O tradicional São João Feira do Porto

 

 

Atrações 22/06 – Segunda Feira

21h Filarmônica Lira Ceciliana

22h Virgílio

00h Danton

02h Santanna, o cantador

Atrações 23/06 – Terça Feira

22h Poizé

00h Pelotão do Forró

02h As Coleguinhas

Atrações 24/06 – Quarta Feira

16h Samba de Roda Filhos da Barragem

18h Samba de Roda de Dona Dalva

20h Tanu Forró

21h Apresentação de Quadrilhas

22h Tio Barnabé

00h Nenho

02h Cavaleiros do Forró

Atrações 25/06 – Quinta Feira

20h Cheiro Perfumado

22h Estakazero

00h Tayrone Cigano

02h Sine Calmon

Escrito por centralwww às 17h09
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26/03/2013


Central

Centro de Inclusão Digital

Rua Rui Barbosa, n° 20, Centro, Cachoeira, Bahia, CEP: 44.300-000

CNPJ: 19.226.127/0001-51 – Tel. (75) 3425-3222

E-mail: centralwww1@yahoo.com.br

 


Com o objetivo de oferecer serviços de boa qualidade e preços competitivos, O Centro de Inclusão Digital Central é dotado de ambiente aconchegante e agradável. Planejado para atender e fazer o melhor, conciliando preço, qualidade e bom atendimento. Sabendo que é o caminho mais curto para alcançar o sucesso.


 

Oferecemos uma gama variada de serviços,

 

segue descrição abaixo.


 

  • Acesso a internet
  • Antecedentes Criminais
  • Cardápios
  • Cartões de Visita
  • Compra de Passagem Aérea
  • Consulta Documento Veículos
  • Consulta SPC / SERASA
  • Consultas de Processo
  • Convites
  • Copiadora
  • Criação de Slide
  • Currículos
  • Digitação
  • Emissão de IPVA, DAÍ e DARF
  • Envio de E-mail
  • Escaneamento
  • Fax
  • Folder
  • Gravação Vídeos
  • Gravações e Vendas de CD's, DV's
  • Impressão
  • Manutenção de Computadores
  • Panfletos
  • Pesquisas  Escolares
  • Plastificação
  • Recibo de Compras e Vendas
  • Segunda vias de Contas
  • Venda de Doces e Sorvetes
  • Xerox PeB e Colorida

 

 



Em breve: Encadernação, Criação de Blogs e Sites, Recargas cartucho, foto 3X4, Impressão Fotográfica,  Entre outros.

O Centro de Inclusão Digital Central nasceu do sonho de um casal em criar um lugar, onde as pessoas possam resolver seus problemas com auxilios de profissionais treinados e qualificados. 

  

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

 

Segunda à Sexta, das 07:30hs às 18:00hs.

Aos Sábados, das 07:30hs às 14:00hs

 

Escrito por centralwww às 23h17
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13/04/2012


Programação do São João em Cachoeira 2015

O melhor São João do Recôncavo baiano

 

Quem vai a Cachoeira no São João depara-se com um verdadeiro cenário de tradição. São quadrilhas juninas, muita fogueira, licor de diversos e inusitados sabores.

Uma atração à parte é a tradicional feira que acontece durante o São João de Cachoeira e reúne tudo o que há de mais cultural na cidade. A famosa maniçoba, prato preparado à base de folhas de mandioca e carnes, é uma das iguarias comercializadas no Restaurante Central, além dos famosos licores caseiros, que esquentam o frio das noites juninas. A tradição da fogueira nas portas da maioria das casas de moradores da cidade é um convite para receber visitantes e saborear um bom licor, amendoim e bolos. A grade de atrações do São João 2015 conta com atrações de peso, o que promete movimentar bastante a cidade.

 

Garanta logo o aluguel de sua casa para o período do São João 2015 com quem intende. 

 

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Tel.: (75) 3425-3222 / 8117-9137 - e-mail: centralwww1@yahoo.com.br

 

  

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Escrito por centralwww às 20h05
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11/04/2012


25 de junho

 

25 de junho Cachoeira BA

A Vila de Cachoeira desenvolvia-se economicamente, e crescia sua importância, no cenário político da Bahia e do Brasil, no século XIX.

A Bahia tinha grande importância comercial e era a região mais rica do Brasil, despertando o interesse dos administradores portugueses em manter a colonização, enviando para sua capital o general Madeira de Melo com poderes plenos para administrar a província, montando um aparato militar que causava um clima de desconfiança e intranqüilidade na população baiana.

Em Cachoeira e nas vilas vizinhas, começavam as mobilizações, de tropas formadas por várias camadas da sociedade, tendo os senhores de engenho como principais articuladores de uma revolta contra a política autoritária de Madeira de Melo, destaca o historiador e professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Paulo de Jesus. A Vila foi o foco de onde partiram as lutas armadas contra os portugueses pela independência do Brasil.

Cachoeira foi a pioneira no movimento emancipador do Brasil. Daqui partiu a “força dos cachoeiranos” contra a opressão portuguesa e surgiram, mais tarde, os batalhões patrióticos, liderados por figuras como a do Barão de Belém, Rodrigo Antônio Falcão Brandão, Maria Quitéria de Jesus, “a mulher-soldado”, entre outros que se imortalizaram na história nacional.

Formados por patriotas que haviam se organizado em Belém e Santiago do Iguape, batalhões chegaram à Vila de Cachoeira e foram recebidos de braços abertos pela população. Decididos, os patriotas não temeram sequer a reação da tropa portuguesa, que numa escuna canhoneira, disparou contra a multidão subleva, atingindo fatalmente o tambor-mor Manoel da Silva Soledade. Unidos, eles não recuaram respondendo com ataques precisos aos dominadores e, após três dias de luta aprisionaram o comandante da canhoneira.

A 25 de junho de 1822, Cachoeira antecipava o “grito do Ipiranga”, e proclamava o Príncipe D. Pedro I como Regente. Estava lançada a semente que se consolidou em 2 de julho de 1823, com a independência da Bahia. Fortalecidos pela vitória, os batalhões de patriotas juntaram-se a outros que foram criados com apoio de câmaras e demais Vilas da Província, partindo para capital, Salvador, reforçando as tropas que já lutavam contra os portugueses e os derrotariam definitivamente em 2 de julho de 1823.

O 25 de junho representa para Cachoeira o mesmo que o 7 de setembro representa para o Brasil e o 2 de julho para Bahia. Tem o significado da liberdade, da luta popular, do sentimento de patriotismo, de audácia e coragem.

Em virtude dos seus feitos, foi também a sede do governo provisório do Brasil durante a guerra da Independência em 1822 e, novamente, em 1837, quando ocorreu o levante da Sabinada. Cachoeira também foi reconhecida como a 2ª capital da Bahia, por lei (Lei Estadual n.º 10.695/07). Sendo a sede do governo estadual transferida para a cidade da Cachgoeira, todos os anos, no dia 25 de junho, num reconhecimento histórico, pelos feitos da cidade ao Brasil.

 

Referências

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cachoeira_(Bahia). Acessado em 10 de março de 2010.

Jornal A Tarde, Livro Revelações de Cachoeira e São Félix.

http://camaradecachoeira.blogspot.com. Acessado em 12 de março de 2010.


 

Escrito por centralwww às 16h56
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13 de março

13 de Março Cachoeira BA

Com o inicio da Revolução Liberal do Porto, em Portugal, em 1820, o Brasil ficou na iminência de ser recolonizado. A Revolução criou em Portugal uma Monarquia Constitucional – o parlamento, que se converteu a órgão supremo da administração da metrópole e suas colônias.

Foram as cortes que promoveram as ações da Revolução do Porto: o retorno de D. João VI e a recolonização do Brasil. Dessas transformações algumas atingiram a estrutura do Estado Colonial. No Brasil, criaram nas províncias as Juntas Provisórias, em substituição aos antigos governadores coloniais. A partir de 1821, os portugueses trataram de potencializar as províncias mais estratégicas do Brasil a fim de cumprir os objetivos da sua malfada revolução. Para isto, as cortes de Lisboa, por meio de uma carta régia, em 15 de fevereiro de 1822, substituíram o comando das Armas da Bahia. No lugar de Manoel Pedro Freitas Guimarães, eles colocaram o brigadeiro português Luis Inácio Madeira Melo. Apesar do descontentamento dos baianos, os portugueses não mediram esforços para novamente deixar o Brasil na condição de colônia. Passaram a perseguir os brasileiros, a espancar e até confiscar seus bens. Depois de tantas humilhações os oficiais brasileiros fugiram das tropas lusas para vilas do Recôncavo, especialmente a Vila N. S. do Rosário do Porto da Cachoeira.

A então Vila da Cachoeira na época da independência se converteu no centro vivo das atividades libertadoras dos baianos, e no ponto estratégico, por isso escolhida para sede do Governo legal, de onde partiu todo movimento militar, inicialmente organizado pelo coronel Garcia Pacheco e o tenente coronel Rodrigo Antonio Falcão Brandão, depois Barão de Belém. Mais tarde este movimento viria se organizar num comando único, sob batuta do general Labatut.

Junto aos proprietários de engenhos e escravos, os oficiais baianos tratavam de inventariar as armas e munições, além de organizar tropas patrióticas a fim de barrar as perigosas intenções portuguesas. Foi assim que as tropas cachoeiranas, que estavam em Belém e no Iguape, se reuniram ao amanhecer do dia 25 de junho de 1822, na Praça da Regeneração (atual Aclamação). Nessa ocasião, Antonio Pereira Rebouças convidou o povo para assistir à sessão da Câmara que aclamaria D. Pedro. As tropas ocuparam a praça, a Rua da Matriz e adjacências. Porém, às 9 horas houve o Te Deum na Matriz, quando os cachoeiranos aclamaram D. Pedro como Regente do Brasil, e passaram a comemorar dando tiros de festim para o alto.

Madeira de Melo havia mandado uma canhoneira subir o rio Paraguaçu para observar a movimentação da Vila. Este navio, que estava ancorado em frente da Praça da Regeneração, ouvindo os tiros de festim das comemorações do Te Deum, imaginou que estivesse sendo atacado e respondeu com tiros de canhão, forçando a dispersão dos cachoeiranos. Organizados ao longo do leito do rio, os cachoeiranos reagiram em forma de guerrilha ao ataque luso. Três dias depois o comandante do navio português mandou subir uma bandeira branca no mastro. Os que ainda estavam vivos se renderam. Foi com esta vitoria que a Vila de Cachoeira promoveu a união das vilas do Recôncavo (Santo Amaro, Maragogipe, Nazaré das Farinhas, Jaguaripe) e o bloqueio da Baía de Todos os Santos, estratégia fundamental para definição da guerra.

A entrada do Exército Libertador em Salvador foi episodio simbólico, pois os portugueses já estavam derrotados bem antes disso.

Por ter desenvolvido economicamente, iniciado e participado ativamente das guerras da independência do Brasil, na Bahia, Cachoeira foi premiada com a elevação a condição de cidade, e concedido o titulo honorifico “Cidade Heróica”, mediante a Lei Providencial nº 43 de 13 de março de 1837, sancionada pelo Presidente da Província Francisco de Souza Paraíso.

 

Referências

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cachoeira_(Bahia). Acessado em 10 de março de 2010.

Jornal A Tarde, Livro Revelações de Cachoeira e São Félix.

Escrito por centralwww às 16h52
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História de Cachoeira BA

História de Cachoeira Bahia

O município de Cachoeira está localizado no estado da Bahia na região do reconcavo baiano. Situado as margens do Rio Paraguaçu, está cerca de 120 km de Salvador. De acordo com o IBGE, a eestimativa da População para o ano de 2009 foi de 33.782 habitantes. Sua área territorial é de 398 km². A cidade preserva até hoje sua identidade cultural e histórica, tornando assim com o passar do tempo um dos principais centros histórico, cultural e turistico do estado da Bahia. Cachoeira, depois de Salvador, é a cidade baiana que reúne o mais importante acervo arquitetônico no estilo barroco. Seu casario, suas igrejas, seus prédios históricos preservam a imagem do Brasil Império.

O apogeu econômico nos séculos 18 e 19, quando seu porto era utilizado para escoamento de grande parte da produção agrícola do Recôncavo Baiano, principalmente da produção de açúcar e fumo para a Europa. Também destaca-se por ser um importante centro da cultura afro-brasileira.

A significativa presença de africanos e afro-descendentes em interação com europeus de variadas nacionalidades em Cachoeira durante o período escravista, é um dos fatores que originou a riqueza e diversidade da cultura popular em Cachoeira.

Cachoeira, ao lado de São Francisco do Conde e Jaguaribe, é uma das três mais antigas cidades baianas. Em 1531, na expedição de Martins Afonso de Souza, estava o fidalgo português Paulo Dias Adorno, que ficou na Bahia com o objetivo de colonizar e iniciar o plantio de cana-de-açúcar. Adorno, juntamente com Rodrigues Martins, buscou exatamente as terras à margem esquerda do Paraguaçu, onde poderia sem dificuldades entrar e sair com suas embarcações. Esta era uma região privilegiada para o plantio.

Localizada às margens rio Paraguaçu, no Recôncavo Baiano, a cidade encontra-se em uma região privilegiada para o plantio. Desde o início, desenvolveram a cultura da cana-de-açúcar e do tabaco, produtos de exportação que impulsionaram o potencial econômico da cidade. O impulso ao progresso deu-se pelo privilegiado Porto da Cachoeira, que fazia a ligação entre o Recôncavo e o Sertão na união das riquezas: gado e ouro.

O comércio crescia rapidamente, tornando Cachoeira a cidade mais rica, populosa e uma das mais importantes do Brasil, posição que manteve até meados do século 19, com uma ativa participação na vida política do Império. Em 1885, foi construída a Ponte Dom Pedro II, em estrutura metálica e com piso de madeira, medindo 365 metros de comprimento e 09 metros de largura, cruzando assim o Rio Paraguaçu, ligando a cidade de Cachoeira à São Felix localizada à margem direita do rio.

Cachoeira abriga, naturalmente, um deslumbrante casario colonial. Todo esse conjunto de sobrados, praças, ruas, becos e ladeiras merece ser conhecido.

Outro ponto turístico de destaque é a Fundação Hansen Bahia. Ela reúne aproximadamente 13 mil peças, entre xilogravuras e matrizes, cópias assinadas e não assinadas do gravador alemão Karl Heinz Hansen, naturalizado brasileiro com o nome de Hansen Bahia.

O prédio da fundação é do século 17 e serviu de hospedagem para o imperador Dom Pedro II, em 1858, e para a princesa Isabel e o Conde d´Eu, em 1885, na inauguração da ponte Dom Pedro II (1822-1885), erguida em estrutura metálica importada da Inglaterra interligando assim as cidades de Cachoeira e São Félix. A ponte interliga Cachoeira e São Félix, cruzando o Rio Paraguaçu. É, por si só, outra atração imperdível da cidade.

Devido a sua intensa participação política, tornou-se conhecida como Cidade Heróica, pela coragem e audácia de seus filhos que muito lutaram pela Independência da Bahia e do Brasil. Em 13 de janeiro de 1971 recebeu o título de “Cidade Monumento Nacional” e “Cidade Heróica”, a partir do decreto 68.045, assinado naquele dia pelo presidente Emílio Garrastazu Médici.

A significativa presença de africanos e afro-descendentes em interação com europeus de variadas nacionalidades em Cachoeira durante o período escravista, é um dos fatores que originou a riqueza e diversidade da cultura popular em Cachoeira. Esta interação encontra-se presente no sincretismo religioso com forte presença da cultura afro-brasileira e das manifestações do catolicismo.

A vila de Cachoeira foi elevada à categoria de cidade por decreto imperial de 13 de março de 1873 (Lei Provincial n° 43).

Cachoeira é considerada Monumento Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (IPHAN).

Cachoeira também é a 2ª capital da Bahia, por lei (Lei Estadual n.º 10.695/07). Todos os anos, no dia 25 de junho, o governo estadual é transferido para a cidade, num reconhecimento histórico, pelos feitos da cidade ao Brasil.

Clima

Possui clima predominantemente tropical, com estações bem definidas. Está situada numa região geograficamente composta por vales e montanhas, a cidade fica ao nível do mar, sendo banhada pelo Rio Paraguaçu.

 

Referências

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cachoeira_(Bahia). Acessado em 10 de março de 2010.

http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1. Acessado em 10 de março de 2010.

Escrito por centralwww às 16h48
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Histórico